Sou de Nanã, euá, euá, euá, êSou de Nanã, euá, euá, euá, êSou de Nanã, euá, euá, euá, êSou de Nanã, euá, ná, ná, náSalubá Nanã, pode entrar, terra sente o tambor baterTeu perfume encanta, é o batuque de buruquêÔ Nanã mamãe mudou o mundo pra eu chegarÔ Nanã mamãe mudou o mundo pra eu viverDeixa, deixa, deixa o tempo, deixa ficar à vontadeGinga e força, muita fé em OxaláDeixa, deixa, deixa tudo que não for da tua vontadeAxé e força, o resto deixa pra láÉ de Nanã, euá, euá, euá, êÉ de Nanã, euá, euá, euá, êÉ de Nanã, euá, euá, euá, êÉ de Nanã, euá, euá, euá, êDa humanidade que é o útero, axé a senhora dos pântanosSabedoria, o silêncio, o ágil, o quieto, não faz escândaloQue a inveja não me descubra, bateu de frente, derrubaO seu axé eu celebro, a bença, mãe, salubáNanã é quem nos ensina, nem tudo se ganha no berroNanã, a sabedoria onde a vida surge do barroNanã, a nossa mais velha, bem antes da era do ferroNo axé me sinto mais solto, na batucada me amarroSalubá Nanã, pode entrar, terra sente o tambor baterTeu perfume encanta, é o batuque de buruquêÔ Nanã mamãe mudou o mundo pra eu chegarÔ Nanã mamãe mudou o mundo pra eu viverÉ de Nanã, euá, euá, euá, êÉ de Nanã, euá, euá, euá, êÉ de Nanã, euá, euá, euá, êÉ de Nanã, euá, euá, euá, êTudo que nasce na terra, volta pra terra, isso é fatoLilás e branco com folhas de palha, de búzios, me sinto curadaA primeira a pisar em solo fértil, sem ferro, sem aço ou pecadoNa calmaria dos rios, é lá que descanso, peito aceleradoDesacelera, desacelera, sai dessa tela, foco na metaNão desespera, desacelera, volta pra base, barro e terraDesacelera, desaceleraÉ de Nanã, euá, euá, euá, êÉ de Nanã, euá, euá, euá, êÉ de Nanã, euá, euá, euá, êÉ de Nanã, euá, euá, euá, ê